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De olho no copo! Bebidas alcoólicas engordam muito mais que brigadeiro e pizza


Quem acha que apenas os alimentos são calóricos está muito enganado! Aquela dose que você pede na balada tem muitas calorias. Se você vai cair na balada no fim de semana, nada melhor do que dar uma olhadinha nas imagens a seguir para não escorregar na dieta e se arrepender na segunda

Outra sugestão para o fim do expediente, o chope é tão calórico quanto uma fatia de bolo de fubá. Quem prometeu visitar a avó no fim de semana pode ficar de olho nessa, não?

Já as mulheres vão adorar essa troca! O tão desejado brigadeiro nos momentos de ansiedade pode ser trocado por uma dose de cachaça. Em alguns períodos do mês essa troca é mais do que necessária

O mesmo vale para quem quer combinar o prato de filé de frango com uma taça de vinho branco

Quanto mais se aproxima o fim do ano, mais se faz necessária essa dica: batidas de frutas e amêndoas no mesmo dia estão fora de cogitação! São duas bombas calóricas

Já a querida caipirinha de todo brasileiro pode ser substituída pela refeição de quem não tem quase nada em casa: a sardinha enlatada! Dependendo da situação, vale até as duas para esquecer


Uma em cada cinco vítimas de acidente de trânsito atendidas pelo SUS ingeriu álcool
Segundo levantamento do Ministério da Saúde, bebida alcoólica também influencia atendimentos de emergência por agressões físicas
                 Hospital
Atendimento de emergência: Na rede pública, 20% das pessoas atendidas e que foram vítimas de acidade de trânsito ingeriram álcool (Thinkstock/VEJA)
Uma em cada cinco vítimas de acidente de trânsito que buscam atendimento de emergência pelo Sistema Único de Saúde (SUS) ingeriu bebida alcoólica antes de chegar à unidade. Foi o que apontou um novo levantamento do Ministério da Saúde divulgado nesta terça-feira. O estudo mostrou ainda que o álcool tem outros impactos significativos nos atendimentos de urgência dos hospitais públicos. De acordo com o trabalho, quase metade dos pacientes atendidos em hospitais do SUS que sofreram alguma agressão física bebeu antes do atendimento.
Esses dados fazem parte do VIVA (Vigilância de Violências e Acidentes), estudo feito pela Secretaria de vigilância em saúde em 71 hospitais que realizam atendimentos de urgência e emergência pelo SUS. Ao todo, foram ouvidas 47.000 pessoas em todas as capitais do país e no Distrito Federal. Os dados foram coletados em 2011 e analisados no ano passado.
Segundo o levantamento, entre as vítimas de acidente de trânsito atendidas em hospitais do SUS em 2011, 22,3% dos condutores, 21,4% dos pedestres e 17,7% dos passageiros do veículo apresentavam sinais de embriaguez ou assumiram ter consumido álcool antes do acidente. Entre esses pacientes, 39,9% tinham de 20 a 39 anos de idade — a faixa etária mais prevalente nesses casos.
Essa idade também foi a mais comum  (56%) entre as pessoas que procuraram uma unidade de urgência ou emergência do SUS devido a uma agressão física em 2011. Nesse ano, 8.352 homens com idade entre 20 a 39 anos foram assassinados e 16.460 morreram em acidente de trânsito — número que corresponde a quase metade dos óbitos totais registrados nessa faixa etária em 2011.
Os dados do estudo mostram que o consumo de álcool é mais elevado entre pacientes do sexo masculino. Entre os homens que procuraram atendimento emergencial no SUS em 2011, 54,3% dos que sofreram violência  física e 24,9% dos que estiveram envolvidos em acidente de trânsito tinham ingerido bebida alcoólica . Essa prevalência entre as mulheres foi de 31,5% e 10,2%, respectivamente.
Recuperação lenta — Ainda segundo o estudo, a bebida alcoólica parece ser um fator negativo para a recuperação dos pacientes de unidades de emergência e está ligada a casos mais graves de acidentes e agressões. Das pessoas que foram atendidas em unidades do SUS em 2011 e que não haviam ingerido álcool, 72,3% receberam alta logo após o atendimento. Entre indivíduos que haviam bebido, esse número foi de 66,2%. “Quando olhamos para os números de internação, acontece o contrário: bem mais pessoas que tinham ingerido bebida alcoólica (24,9%) têm como desfecho a hospitalização, comparado com quem não consumiu bebida alcoólica (14,8%)”, disse Jarbas Barbosa, secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, durante a apresentação dos dados.

“As informações apresentadas têm papel decisivo  para que tenhamos, nós e todos os demais órgãos federais, estaduais e municipais, mais segurança para agir. Também vamos utilizá-las em nossas campanhas de conscientização de motoristas, passageiros e pedestres”, afirmou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.


Veja alguns famosos que admitiram problemas com álcool e drogas

Ao completar 18 anos, Daniel Radcliffe, intérprete do bruxo Harry Potter, se tornou dependente de uísque e das festas. Recentemente, ele declarou, em entrevista à revista GQ, que deixou o álcool em agosto de 2010 e que, atualmente, prefere ficar em casa à noite em companhia de sua namorada.

Lindsay Lohan também foi parar nos tabloides por conta do envolvimento com drogas. A atriz foi fotografada com supostas substâncias ilícitas em festas, protagonizou brigas em público e foi parar até na prisão, por beber e dirigir e praticar pequenos furtos. Em todas as ocasiões, as drogas também foram apontadas como um dos maiores problemas da atriz, que também viu sua carreira ser prejudicada.

Vocalista do Aerosmith, Steven Tyler não só teve problemas com drogas como afirmou ter gasto cerca de R$ 30 milhões com entorpecentes. "Eu cheirei meu Porsche, eu cheirei meu avião, eu cheirei minha casa", escreveu em sua autobiografia, chamada Does The Noise In My Head Bother You? - 'O barulho na minha cabeça te incomoda?', em tradução livre.

Jon Bon Jovi foi mais que usuário de maconha. Em 2007, durante uma entrevista à MTV americana, o cantor afirmou ter sido vendedor da droga na época de sua adolescência, quando morava em Jow Jersey.

Difícil falar em problemas com drogas e não lembrar de Amy Winehouse. A cantora inglesa, que morreu em 2011, foi internada diversas vezes em clínicas de reabilitação. Depois de um show na Sérvia, no qual balbuciou as músicas ao invés de cantá-las devido ao seu estado de embriaguez, teve sua turnê europeia cancelada. Quando a morte de Amy foi anunciada, os comentários sobre overdose logo surgiram.

A atriz Vera Fischer foi internada em uma clínica de reabilitação para dependentes químicos na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio, na metade do ano de 2011. Essa não foi a primeira vez que Vera tem problemas com drogas. Em 1995, ela foi denunciada pela babá de seu filho que a acusou de ter lhe dado golpes de tesoura. Em 1997, Vera se internou na Clínica Solar do Rio, em Santa Teresa, para um tratamento que durou dois meses.

No início de 2008, Fábio Assunção admitiu ser usuário de drogas. Desde então, vem travando uma luta para conseguir se livrar do vício. Ele chegou a ser afastado de Negócio da China e, no fim de 2010, deixou o elenco de Insensato Coração.

O ator Herson Capri afirmou à revista 'Quem Acontece' que já experimentou maconha e cocaína. Em entrevista, disse que não teve nenhum problema em assumir isso a seus filhos, com quem conversa francamente sobre temas como drogas e álcool.


Uma em cada cinco músicas das paradas britânicas refere-se a álcool


Um estudo realizado pela Liverpool John Moores University revelou que, em média, uma em cada cinco canções que entram no Top 10 britânico contém referências a álcool. O conteúdo, publicado na revista "Psychology of Music", cita que o número de letras que relacionam bebidas dobrou ao longo da última década, principalmente por causa da "importação" de canções dos Estados Unidos.
O estudo analisou quatro décadas das paradas britânicas, sendo que há poucas menções a álcool em 1981 e menos ainda em 1991, época em que a pesquisa relaciona à popularização das festas rave, "cena musical mais ligada ao ecstasy do que ao álcool", cita o "The Telegraph". Por outro lado, em 2001 o número de canções que citam bebida é de 8%, contra 18,5% em 2011, exemplificado pelo single "Last Friday Night", que Katy Perry lançou em 2011 falando sobre excesso de bebida.
Segundo o jornal "The Telegraph", a exposição dos jovens ao álcool em músicas é "preocupante". "É necessário um melhor entendimento com urgência do impacto dessa relação da música popular com o álcool. Profissionais da saúde devem estar atentos ao aumento de letras relacionadas à bebida e trabalhar para garantir que a música popular não se torne um meio para reforçar a cultura de intoxicação e efeitos nocivos do álcool", diz a pesquisa. A pesquisa diz que crianças mais velhas e adolescentes escutam música, em média, mais de duas horas por dia.

Marcas de bebidas estão presentes em 23,2% das músicas mais tocadas nos EUA



A tequila Patrón, o conhaque Hennessy, a vodca Grey Goose e o uísque Jack Daniel's são as marcas mais mencionadas em letras de música que falam sobre álcool, que poderiam ajudar na 'promoção' entre os jovens, aponta estudo publicado nesta quarta-feira (28) na revista "Substance Use and Misuse".




Os pesquisadores da Escola de Saúde Pública da Universidade de Boston, Massachusetts, compararam as menções de bebidas alcoólicas nas listas de canções mais populares da revista "Billboard" nos anos de 2009, 2010 e 2011.



Entre as 720 canções examinadas, 167 (23,2%) mencionaram o álcool e 46 (6,4%) fizeram referências a marcas específicas. As quatro bebidas mais nomeadas representaram 51,6% de todas as menções de marcas.



A revista indicou que pelo menos 14 estudos de longo prazo determinaram que a exposição à publicidade do álcool nos meios de comunicação aumenta a probabilidade de os jovens começarem a beber.


"Dada a intensa exposição dos jovens à música pop, estes resultados indicam que a música pode ser fonte importante da promoção do uso de álcool entre os jovens", indicou o coautor do estudo David Jernigan.



"Poucas marcas de bebidas alcoólicas parecem fazer frequentes aparições na música popular", declarou Michael Siegel, da Universidade de Boston. "Caso se determine que estas exposições influenciam no comportamento dos jovens, então serão necessários esforços de saúde pública focados na apresentação do álcool na música popular", acrescentou.



As menções a bebidas alcoólicas foram mais comuns no rap, hip-hop e rythm and blues, em 37,7% das letras, seguido pelo country (21,8%) e pelo pop (14,9%).


As referências a marcas de tequila, conhaque, vodca e champanhe foram mais comuns no rap, hip-hop e rythm and blues, e as menções a marcas de uísque e cerveja na música country e no pop. Não foram encontradas referências a bebidas alcoólicas nas letras de rock estudadas.


O álcool é responsável pela morte de pelo menos 4.700 menores de 21 anos nos Estados Unidos todos os ano.






Quais são as bebidas que mais engordam?

Um drinque também pode ser uma bomba calórica. Descubra quais são as bebidas capazes de comprometer sua dieta e brinde sem peso na consciência.


quais sao as bebidas que mais engordam Quais são as bebidas que mais engordam?


porções diversificadas de bebidas é o que não falta. Com ou sem álcool, elas estão presentes no happy hour com os amigos, coquetéis na empresa ou eventos. Existem também as que não oferecem nenhuma ameaça a dieta, como por exemplo, polpa de frutas com pouca quantidade de álcool, certo? Errado!
“A quantidade de calorias está relacionada à quantidade de álcool principalmente. Bebidas com teor alcoólico maior são mais calóricas”, explica a nutricionista Mariana Ribeiro, da empresa Congelados da Sônia. Por isso, muita atenção no que você bebe!
Diferentemente do que se pensa, a cerveja é uma das bebidas que possui menor teor alcoólico: 3% a 8%. “O problema em consumi-la está justamente na quantidade que se bebe e nos petiscos gordurosos que normalmente a acompanham”, diz a nutricionista. Para quem aprecia um bom vinho, esse teor aumenta. “O vinho tem cerca de 12% e as destiladas de 40 a 50% de teor alcoólico”, complementa.
A forma de preparar a bebida também é fator determinante. “A quantidade de calorias também altera de acordo com o seu preparo. Uma caipirinha preparada com cachaça, fruta e muito açúcar, será bem mais calórica que a versão da bebida com saquê, fruta e adoçante, por exemplo”, conta Mariana.

Bebidas alcoólicas tendem a engordar mais que as não alcoólicas?

“Todas as bebidas alcoólicas contêm álcool etílico que, quando metabolizado pelo organismo, transforma-se em carboidratos produzindo 7 quilocalorias por grama. O que difere uma bebida de outra é justamente a quantidade de álcool. Quanto maior o teor alcoólico, mais calorias a bebida terá”, explica Mariana.
Os destilados, como aguardente, vodka e uísque, por exemplo, fornecem cerca 240 quilocalorias por 100 mL. “O vinho traz 85 quilocalorias sendo 70 correspondentes ao álcool e 15 aos carboidratos já presentes na bebida”, comenta a nutricionista.
Quem não dispensa uma latinha de cerveja, cuidado com a balança! “A quantidade de 100 mL de cerveja fornece aproximadamente 45 quilocalorias, metade proveniente do etanol e metade de carboidratos. Em comparação com os refrigerantes, que, apesar do açúcar, fornecem cerca de 40 calorias por 100 mL, as bebidas alcoólicas engordam mais”, alerta Mariana.


Como beber sem engordar?



É necessário beber com moderação! “Não adianta optar por uma bebida com menor teor alcoólico e menos calórica, mas acabar exagerando na dose. Às vezes é melhor escolher a bebida mais forte e por isso mais calórica, mas beber menos. Uma taça de vinho tinto diária, por exemplo, faz bem à saúde cardiovascular por causa da sua grande quantidade de flavonoides. O vinho tem maior teor alcoólico, tem mais calorias, mas em quantidade moderada é muito benéfico para a saúde”, recomenda a nutricionista.
O saquê, por exemplo, também é ótima aposta e é menos calórico. “Escolha uma fruta não muito ácida e que não exija uma grande quantidade de açúcar para o saquê! Preparar a bebida com uma fruta mais docinha como a melancia, por exemplo, e acrescentar adoçante é uma saída. Para as mulheres mais disciplinadas, as bebidas com menor teor alcoólico e ingeridas em pequena quantidade são escolhas ideais”, diz Mariana.
Cuidado com os petiscos! “Evite as opções muito gordurosas”, recomenda a nutricionista. Mariana também recomenda ‘nunca beber de estômago vazio e sempre fazer uma refeição leve antes de ingerir bebida alcoólica. Intercalar o consumo da bebida com o de água é também muito importante.





Pele e consumo de bebida alcoólica





















 A bebida alcoólica acelera o envelhecimento, enquanto a água hidrata sua pele a bebida faz totalmente ao contrario, fique ligado.

O excesso é prejudicial à saúde e é na pele que ele aparece para quem quer (e não quer) ver.A pele reflete o estilo e a qualidade de vida de cada pessoa. Quanto mais saudável e moderada, maiores são as chances de manter suas características naturais, compatíveis com cada faixa etária.Consumir bebida alcoólica com responsabilidade faz parte desse processo. A saúde não fica comprometida e, a exceção dos aspectos comportamentais, não é possível de se “ver” os efeitos de tal exagero, até ele se mostrar na pele, literalmente.

bebida em excesso esgota a vitamina A do corpo, um importante antioxidante que promove a tonificação e a sustentação do aspecto saudável, além de diferentes malefícios.
A acne e a celulite podem piorar devido ao aumento da ingestão calórica e de carboidratos, sem contar a queda na imunidade. “As mulheres devem ficar ainda mais atentas, porque os efeitos são maiores. Temos uma menor quantidade de água corporal em relação à quantidade de gordura, além de uma menor quantidade de enzimas metabolizadoras de álcool”, esclarece a Dra. Magda. 

"Não adianta gastar dinheiro na clínica estética se depois se coloca tudo a perder

 num copo de bebida"

Fontes: Portal Terra e R7, Dicas de Mulher, Musica Uol







5 curiosidades científicas sobre bebidas alcoólicas 


Pressão de um champanhe é maior do que a do pneu de um carro

Aquele momento em que todo mundo se alegra e alguém assume o importante posto de “estourador de champanhe”. O tradicional ritual de deslacrar a garrafa é sempre acompanhado de um certo cuidado, afinal, a rolha sai dali em alta velocidade e pode machucar algum desavisado.
Mas você sabia que a pressão que manda a rolha para longe é três vezes maior do que a pressão de um pneu de carro? Medidas em libras por polegada (PSI), a pressão da garrafa chega a 90 PSI, enquanto que o pneu de um veículo médio tem apenas 30 PSI. É por esse motivo que as rolhas vêm protegidas por um muselet (aquele arame que vem na ponta da garrafa).

Perigo de combustão

O álcool de cozinha sempre traz avisos e mais avisos sobre a possibilidade de combustão, então, nada de chegar com isso perto do fogo. Já o álcool encontrado em bebidas como cachaça, vodca ou uísque não sofrem combustão tão eficaz — e é bem provável que você já sabia disso. Contudo, o fato é que qualquer bebida do gênero pode pegar fogo, pois não é o líquido, de fato, que incendeia, mas sim o seu vapor.
Se você tentar incendiar um pouco de vodca com um fósforo, nada vai acontecer, mas se utilizar um isqueiro ou uma chama maior, isso vai esquentar a bebida, aumentar a produção de vapor e fazer com que ele pegue fogo. Isso vale inclusive para bebidas com baixo teor alcóolico.

Poção de cura

Você também já deve ter ouvido que é saudável tomar um pequeno cálice de vinho diariamente ou que a cerveja pode trazer alguns benefícios para sua saúde, desde que consumida de forma moderada, é claro.  Mas o que você não sabia é que o álcool é considerado medicinal em alguns locais da Europa e da América do Norte.
Conforme diz o “Livro de bolso de drogas úteis”, do Conselho Estadual de Licenciamento e Examinação Médica dos Estados Unidos, “pequenas doses [de álcool] produzem euforia, estimulam a respiração, dilatam moderadamente os vasos cutâneos e esplâncnicos e modificam a circulação”. A conclusão é a seguinte: “o álcool é empregado como um estimulante difusível, diurético, sudorífico e hipnótico”.
Mas o mesmo livro deixa bem claro uma recomendação importante: na maioria dos casos, o álcool é “capaz de causar mais danos do que benefícios”.

Corpo quente, mas gelado

É comum ouvir dizer que uma dose de algum destilado ajuda a proteger do frio. Quando você bebe cachaça, tequila ou conhaque, por exemplo, você se sente aquecido, mas saiba que isso não passa de uma ilusão corporal.
O negócio funciona mais ou menos assim: quando você sente frio, o sangue circula menos na superfície do corpo e mais na parte interna, assegurando o bom funcionamento dos órgãos vitais. Quando você bebe, o álcool faz com que os vasos sanguíneos superficiais se dilatem, fazendo com o sangue retorne até ali.
Porém, quando o líquido vermelho que garante a sua vida retorna aos órgãos centrais, ele está mais gelado e diminui a sua temperatura média. A consequência disso pode ser uma hipotermia com consequências fatais.


Bebidas espaciais

Esta talvez seja a mais bizarra de todas as curiosidades. Sabe-se que existem nuvens de álcool flutuando pelo espaço, algumas delas cobrindo distâncias de cerca de 460 bilhões de quilômetros. A maioria, entretanto, é composta por metanol, um álcool combustível e altamente tóxico.
Contudo, estima-se que exista bastante etanol espalhado pelo espaço sideral, algo como quatro septilhões de doses. O valor é inimaginável, mas é certo que se um dia você conseguir alcançar o espaço, não vai precisar fazer vaquinha com os amigos para comprar mais bebidas no final do churrasco.
Ninguém descobriu ao certo o porquê de tanta cachaça flutuante passeando pelo espaço, mas sabe-se que o álcool tem papel fundamental no nascimento de uma estrela — e não estamos falando de celebridades “impulsionadas” pelo consumo excessivo de bebidas alcoólicas.
Fonte: Gizmodo

Estatísticas sobre o álcool no Brasil

Ø  No Brasil, a proporção é de 1 morto para 690 veículos, enquanto na França é para 3.000, Suíça 3.600, Alemanha 4.200, EUA 5.300, Japão 5.600 e Suécia 6.900;
Ø  No Brasil, o trânsito é a terceira causa de morte do país ficando atrás apenas das doenças do coração e do câncer.
Instituto de Pesquisa e Economia Aplicada – IPEA
•          O “Custo Brasil”, com os acidentes de trânsito, atinge o montante de R$ 40 bilhões por ano. (incluindo gastos com hospitais, seguro de saúde e automóvel, mobilização de policiamento e ambulâncias, custos profissionais)
•                         Quanto maior a concentração de álcool no sangue do motorista, maior probabilidade tem ele de provocar um acidente de trânsito.
•                                         O álcool é responsável por cerca de 60% dos acidentes de trânsito e aparece em 70% dos laudos cadavéricos das mortes violentas.
É o estado em que o indivíduo está de tal forma influenciado pelo álcool que perdeu o governo de suas faculdades a ponto de tornar-se incapaz de executar com prudência o trabalho a que consagra no momento
O etilômetro (bafômetro) é um aparelho que permite determinar a concentração de bebida alcoólica em uma pessoa, analisando o ar expelido dos pulmões.
Infração de Trânsito
    Art. 165. Dirigir sob influência de álcool ou de substância psicoativa que determine dependência.
                                 Alterado pela Lei 12.760/12
    Infração - gravíssima;    191,54 x 10 = 1.915,40                 
    Penalidade – multa e suspensão do direito de dirigir por 12 meses;
     Medida administrativa - Retenção do veículo até apresentação de condutor habilitado e recolhimento da CNH;
Crime de Trânsito
• Art. 306. Conduzir veículo automotor com capacidade psicomotora alterada em razão da influência de álcool ou de outra substância psicoativa que determine dependência:
•           Pena – detenção, de seis meses a três anos, multa e suspensão do direito de dirigir.
•          Posso me recusar?
•          Art. 6º. Parágrafo único. Serão aplicadas as penalidades e medidas administrativas previstas no art. 165 do CTB ao condutor que recusar a se submeter a qualquer um dos procedimentos previstos no art. 3º...

EFEITOS DO ÁLCOOL NO ORGANISMO

Separamos alguns vídeos para vocês sobre como o álcool age no seu organismo e se realmente ele corte o efeito do antibiótico, confira logo abaixo

























Historias de álcool e volante

Você conhece a historia de Jacqueline Saburido?Não! Então vem comigo vou  te contar a historia desta jovem sonhadora que hoje poderia se dizer que teve seus sonhos frustrados por um monstro imbreagado ao volante de uma camionete.Jacqueline é uma jovem venezuelana , de Caracas , seu maior sonho era se formar em engenharia industrial e ajudar seu pai na fabrica de ar condicionado em Caracas Venezuela ,para isso ela se mudou para Austin  no Texas Estados Unidos para fazer o curso de engenharia , mas o que ela não imaginava era que esta mudança mudaria também radicalmente sua vida desde a fisionomia até a maneira preconceituosa com que as pessoas iriam te olhar
Com apenas um mês morando em Austin Jacqueline foi vitima de um acidente gravíssimo, onde ela Jacqueline perdeu dois amigos de faculdade , e teve mais de 60 % de seu corpo destruído pelas chamas , sem poder sair de dentro do automóvel   presa as ferragens ela quase derreteu com as chamas.


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